quinta-feira, novembro 24, 2005

Low

You see the world in black and white
No color or light
You think you’ll never get it right
But you’re wrong, you might
The sky could fall, could fall on me
The parting of the sea
But you mean more, mean more to me
Than any color I can see

All you ever wanted was love
But you never looked hard enough
It’s never gonna give itself up
All you ever wanted to be
Living in perfect symmetry
Nothing is as down or as up
As us

You see the world in black and white
Not painted right
You see no meaning to your life
You should try
You should try

terça-feira, novembro 22, 2005

Uma frase, um sentimento!

Estou a ler um livro do José Rodrigues dos Santos, "A Filha do Capitão", e numa das passagens li uma frase que se identificou totalmente comigo, mas que nunca tinha conseguido expressar tão directa e sucintamente. Aliás, nos livros conseguimos identificar-nos com tanta coisa que talvez seja por isso que sentimos aquele conforto ao ler determinados trechos. O livro apresenta uma personagem, Afonso, que sendo natural de Rio Maior, cedo saiu da sua terra para completar algumas opções de vida. Após alguns anos longe da sua terra natal, Afonso tem um pensamento onde explica qual o sentido da sua vida e das suas opções futuras. É precisamente aqui que sinto um arrepio na sua descrição da situação, revendo-me inteiramente... A Covilhã é a minha origem, não o meu destino!


Imagem retirada do site: http://www.cm-covilha.pt/

quarta-feira, novembro 16, 2005

Quatro dias no Gerês

Visitar o Gerês pela terceira vez é o mesmo que nunca o ter visitado. Cada vez que lá vou vejo as coisas novas, coisas antigas de maneiras diferentes, coisas modificadas. Quatro dias no Gerês a chover parece ser sinónimo de tempo perdido ou aborrecimento, mas não é! Quando estamos com as pessoas certas, nos locais certos, tudo pode funcionar, mesmo que a meteorologia não ajude. Quando nos isolamos num qualquer sítio, longe da civilização, longe da poluição, longe do barulho, longe da má educação, longe, a nossa alma desperta novamente os sentidos na sua mais pura essência. Á nossa volta vemos a natureza, ouvimos a silêncio, tacteamos a pureza, cheiramos a montanha, e degustamos a vida... Neste mundo diferente, somos mais Homens, somos mais Alma, somos mais Nós! E o Gerês tem esse encanto especial, tem magia, tem harmonia! E aconteceu há dias... Sentimo-nos especiais, privilegiados... Foi bom, foi muito bom!

Nomes II

"O rei dos caracóis". Porque é que há tantos "reis" dos caracóis? Que raio de monarquia impera nos snacks e cervejarias deste país?
Porque não um "principe", ou um "duque", ou mesmo um garboso "Marquês dos caracóis". E como podemos ter a certeza de que estamos na "casa real" certa? E se estamos a comer gato por lebre ou neste caso caracol plebeu, por caracol real?

A Lua: o que é?

A Lua é, por exemplo, na religião celta um astro que exerce grande influência na Terra, sendo considerado o astro das sacerdotizas, ao contrário do Sol, que está directamente relacionado com os sacerdotes.
Mas cientificamente o que será a Lua? A pergunta é duvidosa, porque a resposta pode ser dúbia! Na escola ensinam-nos que a Lua é um satélite natural da Terra. Mas também na escola nos ensinam a consultar o dicionário quando temos dúvidas. No dicionário, (
http://www.priberam.pt) Lua é definida como s. f., planeta que gira em volta da Terra e que lhe serve de satélite. No Portal do Astronomo (http://www.portaldoastronomo.org) diz-se que a Lua é o único planeta que tem uma influência directa sobre a Terra, sensível à escala humana.
Mas afinal, em quem podemos acreditar? Será planeta ou satélite? No mesmo dicionário é definido satélite como s. m., planeta secundário que gira em volta de um planeta principal, acompanhando-o no seu movimento de translação em torno do Sol; e planeta como s. m., astro que gira em volta de uma estrela ou do Sol e que dele recebe luz. Como a Lua tem três movimentos principais: rotação em torno de seu próprio eixo, revolução em torno da Terra e translação em torno do Sol junto com a Terra, podemos concluir que a Lua é um planeta satélite... Será?

terça-feira, novembro 15, 2005

Miradouro de Santa Luzia

O meu primeiro comentário ao luar, é sobre a lua, esse fantástico astro, que nos influencia diariamente em tantas coisas.

Para todos os verdadeiros admiradores da Lua, recomendo uma visita ao miradouro de Santa Lúzia, numa noite de verão, em companhia da nossa alma-gémea, apreciar o reflexo da lua cheia no estuário do Tejo, um cenário verdadeiramente deslumbrante.

quinta-feira, novembro 10, 2005

Mário Soares

Mário Soares tem 81 anos. É um facto!
Mário Soares foi um dos fundadores do Partido Socialista em Portugal em 1973. É outro facto.
Mário Soares foi nosso Primeiro Ministro do I, II e IX Governo Constitucional. É facto!
Mário Soares foi nosso Presidente da República de 1986 a 1996. É mais um facto!
Mário Soares tem um Fundação com o seu nome. É um facto!
Mário Soares é candidato a ser nosso Presidente da República de novo. É outro facto!
Mário Soares é apoiado pelo Partido Socialista. É facto!

Imagem retirada do site: http://www.fundacao-mario-soares.pt/


Mário Soares é, de facto, um homem importante para a vida política, social, económica e cultural do nosso país. É um símbolo do 25 de Abril e da democracia em Portugal! É, no estrangeiro, uma figura conhecida e respeitada por todos os grandes estadistas. Mário Soares é, por si só, um vulto interdisciplinar nacional e internacional. É um ídolo para uns, uma referência para outros! Os seus inimigos respeitam-no ao mais alto nível, temem-no...

Mas isso não lhe dá o direito de dizer o que lhe apetece, não lhe dá direito a dizer coisas que podem ser mal interpretadas ou mesmo serem mal digeridas. Mário Soares não é um Alberto João Jardim. Mas no passado dia 9 de Novembro de 2005, no Porto, vagueou lá perto! Sem querer transpor as suas palavras para o blog, o que ele disse acerca da derrapagem financeira da Casa da Música foi a mim não me importa quanto custou isto, porque isto está um espectáculo; a mim não me importa quanto custam as coisas, porque o importante são as ideias, quando há ideias o dinheiro aparece; não é o dinheiro que comanda o mundo, são as ideias. Não me apraz dizer ou fazer qualquer tipo de comentário, mas... Um homem como foi Mário Soares, não pode dizer estas coisas, estes sacrifícios económicos que são feitos pelos Governos, que são suportados por nós! Isto não é uma ideia de um homem de esquerda, isto é um ideal elitista, e que eu saiba, quem é da elite são os políticos de direita! Mas isto é apenas um comentário feito da Lua para o Sol...

quarta-feira, novembro 09, 2005

Nomes

Flôr do império, rosa de ouro, primavera, a poupadinha, flash, são curiosos os nomes, que damos às nossas lojas.
Ontem à noite, no autocarro, a caminho de casa, passei distraida os olhos pelos néons, placas e afins, que rotulam o comércio e que nos dizem, ou deviam dizer, "aquilo ali é um talho", "aquela é uma loja de roupa", "olha uma retrosaria, não via uma há tanto tempo", e fiquei baralhada.
Se retirassem os néons do local e mos entregassem, por certo não saberia entregá-los aos seus donos... o que é a "primavera"? e a "rosa de ouro?".
Não era mais simpático, e mesmo melhor comercialmente as lojas terem nomes, dentro do contexto do mercado em que se inserem? "Flash" faz sentido para apelidar uma loja de fotografias ou mesmo algo ligado à moda, mas será interessante para marca de loja de móveis?

Dan Brown

Peço a todos os que ainda não leram os livros de Dan Brown que parem de passar os olhos por este "post". Mas só por este!
Dan Brown é um fenómeno de vendas. Li os dois primeiros livros publicados em Portugal, "O Código Da Vinci" e Anjos e Demónios" e o que posso dizer, de uma forma calma e serena é que Dan Brown escreve para a 7ª arte.
Os romances dele são um guião quase inalterado de um qualquer filme de Hollywood. Mas não lhe tiro o mérito de uma leitura muito agradável e até empolgante. É no entanto um escritor da moda, diria que uma literatura quase "light"! Repare-se que o protagonísta de ambos os livros, Robert Langdon, é sempre acordado a meio da noite por causa de um assassinato que deixou um símbolo no cadáver. Reparem que existe sempre um assassino e um mandante! Voltem a reparar que o Robert Langdon se apaixona sempre pelo miúda que o acompanha nas mirabolantes histórias. Mais uma vez repare-se que o desenrolar da acção segue sempre pistas. São analogias a mais para dois livros seguidos... É a minha opinião, sincera e aberta! Volto a repetir que já li os dois livros e até gostei de toda a problemática e simbologia dos quadros de Da Vinci e da "guerra" religião vs. ciência, mas se no próximo existirem tantas analogias, acho que vou desistir de ler livros de Dan Brown!
Como será "A Conspiração"?

As imagens foram retiradas do site: http://www.livrarialeitura.pt/

terça-feira, novembro 08, 2005

Uma homenagem à Lua


Imagem retirada do site: http://www.pa.msu.edu/

O início...

Benvindos a este novo espaço de desabafos... A ideia deste "blog" é essencialmente uma ideia de espaço livre e aberto, onde a Lua fala sobre o Sol... É um espaço em que todos podem apreciar um pouco daquilo que no mundo se passa, daquilo que pensamos, daquilo que vivemos! Serve sobretudo para abrir mentes e discutir ideias, serve principalmente para escrever... Os comentários serão, todos eles, benvindos, sobretudo aqueles que incitem a crítica, a discussão...
Assim, considero este espaço aberto...